Carros, 132 anos de paixão!

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O primeiro veículo motorizado foi um carro de três rodas para uso comercial a gasolina, produzido em 1885 pelo engenheiro alemão Karl Benz, o motorwagen, pela Benz & Co., em Mannheim. O sistema de arranque era a manivela, e tinha potência de 0,8 cv, podendo atingir 18 km/h. Em Stuttgart, Gottlieb Daimler criava o primeiro veículo de quatro rodas a combustão interna que atingia a velocidade de 16 km/h.

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A Exposição Universal de 1889, realizada em Paris, divulgou o automóvel para o mundo, pois até este momento, poucas pessoas os conheciam e o interesse era restrito.

 Em 1892, Henry Ford produziu seu primeiro Ford na América do Norte. Acima, o Ford T de 1909. O primeiro pneu para automóveis foi lançado, em 1895, pela empresa francesa Michelin.

Os ingleses tiveram que esperar para entrar no mercado devido à lei da bandeira vermelha (1862). O Lanchester foi o primeiro carro inglês, e, logo após dele, vieram outros como: Subean, Swift, Humber, Riley, Singer, Lagonda, entre outros. 

 Em 1904, na Inglaterra surgiu o primeiro Rolls Royce, a Itália surgia com Fiat, Alfa-Romeo. Na Alemanha a Mercedes-Benz e a Suíça e Espanha, com o luxuoso Hispano-Suiza.  Após a Seguinda Guerra, os automóveis eram mais compactos e fabricados em série.

O primeiro automóvel chegou ao Brasil no ano de 1893 e foi comprado pelo inventor do avião, Santos Dumont.

 O Brasil e América Latina entraram no jogo após a Segunda Guerra. Na década de 30, fábricas como a Ford e a General Motors, colocaram suas linhas de montagem no país. Em 1956, durante o governo de Juscelino Kubitschek as multinacionais automotivas começaram a montar aqui os automóveis. A pioneira aqui foi a Fábrica Nacional de Motores, que era responsável pela produção de caminhões pesados. E seguiram: automóvel JK com estilo Alfa-Romeo, Harvester, Mercedes-Benz do Brasil com seus caminhões e ônibus, a Scania-Vabis e a Toyota. E os mais conhecidos, projetados na Europa e EUA: Fusca, Corcel, Galaxie, Opala, Dart, DKW-Vemag, Willys-Overland. 

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Novos Encontros & Paixão Antiga

Os brasileiros são declaradamente apaixonados por carro e, muitas vezes, essa paixão passa de pai para filho e assim por diante, contagiando toda a família com esta sensação de resgate da história e do passado.
Entre as categorias dos colecionadores estão os Antigos, Turbinados, Tunados e Clássicos. A manutenção para manter um carro antigo não é nada barata e muitas vezes é preciso investir tempo, paciência e muito dinheiro. Entre as categorias dos colecionadores estão os Antigos e Clássicos.

 Kombis e Fuscas são extremamente populares e existem também os clássicos Variant, Jeep, Caravan, DKW Vemag Belcar, Puma, Gurgel, Dodge Charger, Karmann Ghia, Opala, F75, Landau e o potente Maverick! 

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Aliás, a RedHelmet participa neste ano, pela primeira vez, do 14º ENCONTRO DE AUTOMÓVEIS ANTIGOS DE SÃO ROQUE, dias 27 e 28/5 e o tema principal escolhido é, ele mesmo, o incrível MAVERICK!

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Se estiver por perto, visite o evento no Recanto da Cascata, São Roque – SP!

facebook.com/encontrodeautomoveisantigosdesaoroque

Abraços e até lá!

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Como lavar seu carro a seco

produtoscloseupConfira os materiais necessários para efetuar uma excelente lavagem a seco:
– Produto ecológico de limpeza a seco;
– 2 Panos em microfibra limpos e secos para aplicação do produto;         – 2 Flanelas limpas e secas para polimento e brilho;    – Pincel para detalhamento (utilize nas rodas e nos frisos); – Caso deseje, utilize também um hidratante para plásticos externos e renovador de pneus.

Produto

RedHelmet é  um produto ecológico de limpeza a seco desenvolvido para ser utilizado em: carros, motocicletas, embarcações, aviões, helicópteros, cvaminhões, bicicletas e também instrumentos musicais. Sua alta qualidade promove ação de limpeza e proteção progressiva, pois seu uso frequente cria uma camada protetora de cristalização que mantém o brilho e diminui a aderência de sujeiras, tudo isso sem riscar e sem a utilizar água. Ele deve ser aplicado em toda a superfície do veículo, incluindo vidros, metais, plásticos, borrachas, rodas, preservando e aumentando a vida útil de superfícies em acrílico. Fórmula ecológica exclusiva e totalmente segura, podendo ser aplicada sob o sol, sem riscos de manchar ou queimar a pintura.

Panos

Recomendamos os panos em microfibra, de tamanho entre 40×40 cm e 40x60cm.

Pincel

Caso queira obter uma lavagem mais detalhada e de qualidade, use um pincel com cerdas macias, nunca cerdas duras! Utilize apenas pinceis com bordas de plástico e não metálicas.

Como executar a lavagem a seco:

Sempre comece a limpeza pelas partes superiores do veículo, tais como teto, colunas e vidros. Em seguida desça para as portas, capôs e laterais antes de seguir para as partes inferiores, para-lamas, caixas de rodas e finalmente os pneus. Caso o motor esteja muito quente, abra o capô e o deixe levantado, assim você contribui para seu rápido esfriamento antes de limpá-lo.
1. Mantenha o veiculo devidamente na sombra e com as peças frias; Caso deseje fazer a limpeza usando RedHelmet sob o sol, diminua o tamanho das áreas de aplicação do produto e passe a flanela imediatamente, assim você evita a evaporação.
2. Borrife o produto de Lavagem a Seco diretamente na área desejada, ideal em áreas 50x50cm. Lembre-se que um carro médio com sujidade moderada consome de 40 a 50ml para perfeita lavagem usando RedHelmet. Para outros produtos disponíveis no mercado nacional, siga as orientações do fabricante. Passe o pano de microfibra sobre a área borrifada e remova a sujeira sem utilizar força, só num sentido;
3. Em seguida, utilize a flanela seca para dar o acabamento e levantar o brilho;
4. Caso seu carro esteja muito sujo, se necessário, refaça o processo no mesmo local, sem aplicar força para evitar riscos.
Em alguns casos, a sujeira é mais difícil de remover. Pulverizar novamente o produto para Limpeza a Seco e deixe que o produto aja por alguns instantes e passe a flanela.

A lavagem a seco é ecologicamente correta, pois evita o desperdício de água. Limpa e protege seu veículo progressivamente e não necessita de local apropriado para a limpeza.

Todos nós sabemos pelo menos algo sobre a deterioração ambiental do planeta, sendo que a escassez crescente de água continua sendo um dos grandes e importantes problemas que nós continuaremos a enfrentar. Portanto, vamos fazer nossa parte enquanto cuidamos com carinho de nossos queridos carros e motos!

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Boa lavagem, divirta-se e até breve! Abraços.

Que tal um saquê para esquentar e degustar?

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Beber saquê é um ritual no Japão, e não é simplesmente uma questão de cultura, sede ou vontade de encher a cara. Saquê é apreciado para eliminar as preocupações e prolongar a vida, e será que é preciso outro motivo? Será que é por causa dele que os geralmente tímidos japoneses, são os melhores cantores nos karaokês? E olha que ele é feito basicamente de grãos de arroz e água!

No Japão, desde a antiguidade até os dias de hoje, beber saquê é um ritual milenar e os excessos são totalmente perdoados por milhares de anos de história.

Para respeitar a milenar tradição e ser servido adequadamente, levante o seu copo para receber a bebida, apoiando sua base com a mão esquerda e segurando-o com a direita. Lembre-se que você deve ser servido pois não é de bom tom servir a si próprio! E o mantenha cheio até o final da refeição.

Os tipos de saquê para você saber como escolher:
Junmai-shu – Este é o saquê mais puro, com arroz, água e koji, e que não sofre acréscimo de álcool. O arroz é “polido” de forma que perde a parte externa, conservando menos de 70% do seu volume original.
Honjozo-shu – Contém pequena quantidade de álcool etílico destilado, o que melhora o sabor, tornando o saquê mais suave e o arroz recebe o mesmo tratamento de Junmai-shu.
Ginjo-shu – O arroz é “polido” para conservar apenas 60% do seu formato original. Isso diminui a gordura e as proteínas e é fermentado a uma temperatura baixa por muito tempo.
Daiginjo-shu – Devido ao polimento, o arroz perde de 50% até 65% de seu volume original, este é um tipo de saquê que exige muito trabalho em cada nível do processo.
Namazake – Este não é pasteurizado, e deve ser guardado na geladeira.
Nigori-zake – Não é filtrado e tem aspecto leitoso, por causa da adição ou preservação de partículas de arroz ou koji por meio de uma filtragem rústica. Ele tem sabor pesado e é servido após as refeições.

Existem muitas marcas e tipos disponíveis para escolher, ou se preferir, deguste várias delas até encontrar seu favorito!

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Kampai!